Blog do João Vitor
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Steve Jobs morre. Qual é o futuro da Apple no mercado que não para de crescer?
O criador e presidente da Apple Steve Jobs, vinha passando por sérios problemas de saúde de 2004, quando descobriu que tinha um câncer raro no pâncreas, e acabou falecendo nesta quarta-feira.
O mestre saiu de cena, e agora um substituto será escolhido. Mais a certeza, é que Jobs é insubstituível, um gênio da era digital.
A Apple que é referência no mercado digital no mundo, vem tendo uma concorrência cada vez maior nestes últimos tempos, e isso só tende a morrer.
Com o falecimento de Steve Jobs, e o aumento da quantidade e da qualidade da concorrência, vamos abaixo tentar prever o futuro desta marca.
O substituto
A Apple tem uma infinidade de produtos, de notebooks a aparelhos MP3, até tablets, e o substituto, vai ter que primeiramente esperar (e fazer) a poeira baixar, para pensar nos planos para o futuro.
Bom, bonito, mais caro
A qualidade dos produtos da Apple, sem dúvida, é indiscutível. Mais o preço, muito salgado para os bolsos inclusive dos brasileiros. O iPad, o tablet da marca, custa mais de 499 dólares. O preço é sem dúvida uma das apostas de Samsung e Amazon (como falaremos abaixo), para tentar desbancar "a marca das maçãs".
A concorrência (1)
A Samsung lançou o Galaxy e o Galaxy Tab em uma série de variedades dos aparelhos, e vem para revolucionar e despertar o interesse dos consumidores, pelo preço e pela absurda qualidade. A marca japonesa também lançou o Android, sistema operacional dos respectivos aparelhos citados acima.
A concorrência (2)
A Amazon, site de compras da internet, lançou o Kindle, há algum tempo. O mesmo, tem um bom serviço, e despenca de preço cada vez mais, e custa apenas 99 dólares. A Amazon acaba de lançar uma nova edição do produto, o Kindle Fire, a "evolução" do Kindle, chega ao mercado apenas por 199 dólares. Vem para dar trabalho a Apple.
O futuro nos espera e o monópolio nos artigos eletrônicos e digitais, está prestes a acabar.
Os nomes que não podem faltar no Rock in Rio 2013
A organização do Rock in Rio, comandada por Roberto Medina, e sua filha Roberta Medina, anunciou a próxima edição do festival.
A cidade do Rock na capital carioca, irá receber o Rock in Rio 5 em setembro de 2013, ainda sem data e atrações confirmadas.
Mas, aqui vão os nossos pitacos de quem não pode faltar na edição de 2013, e nossas dicas á família Medina.
Criolo: Está aí um grande nome que não deve faltar em 2013, nem que seja para se apresentar no palco menor do evento. Criolo veio a tona neste ano, com a música "Não existe amor em SP", que mostra uma de suas características, uma letra 'culta' podemos dizer, com um olhar social e crítico.
Adele: Na mudança que houve no Rock in Rio após a ida para a Europa, uma nova estrela do pop deveria vir para cá pela primeira vez. Ela é diferente das estrelas que passaram por aqui nesta edição, como Katy Perry, Rihanna e Ke$ha -- esta última que fez um show medíocre --, e tem uma voz incofundível.
Rolling Stones: A banda do vocalista Mick Jagger, já não vem para cá há algum tempo, e uma volta deles no Rock in Rio, seria fantástica. Os velhos lobos do rock, deveriam tocar pela primeira vez no festival. Dá até para imaginar o coro da galera em clássicas canções da banda, como "Satisfaction".
U2: O U2 já veio no Brasil este ano, com a turnê 360, cheia de efeitos especiais e infraestrutura muito boa. Mais, pela indentificação do vocalista da banda, o irlandês Bono Vox, com o público brasileiro, poderiam fazê-los voltar daqui há 2 anos.
Linkin Park: A banda veio no Brasil ano passado, tocar na primeira edição do SWU. Com certeza eles poderiam voltar novamente, já que tem uma grande legião de fãs em terras brasileiras.
Outros nomes como Charlie Brown Junior, Nando Reis, 30 Seconds to Mars, Iron Maiden, Kings of Leon, Foo Fighters e Paramore, para o Palco principal ou no secundário, David Guetta e Tiesto para os palcos eletrônicos, merecem ser lembrados.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Não é melhor qualidade, ao invés de quantidade?
O Ministro da Educação Fernando Haddad e o secretário de ações estratégicas da Presidência da República Ricardo Paes de Barros, estão levando a discussão uma decisão polêmica.
Aumentar de 200 para 220 o ano letivo brasileiro. Os dois chegaram a conclusão vendo outros países que tem o calendário escolar maior do que o nosso, para chegar a esta ideia.
Mais vem cá: Não seria melhor ter qualidade, ao invés de quantidade?
Mais dias de aula e o mesmo nível na educação, adiantariam para que? Mais, nem sempre significa melhor.
Decisão que não deve ser tomada. Mais vinte dias de aula, para fazer o que dentro das salas?
Aposto que os países citados, como Japão, Coreia do Sul e Israel, dão condições para que isso aconteça, e também dão um incentivo muito maior para a educação do que a gente.
Investir na educação, é investir no futuro.
Aumentar de 200 para 220 o ano letivo brasileiro. Os dois chegaram a conclusão vendo outros países que tem o calendário escolar maior do que o nosso, para chegar a esta ideia.
Mais vem cá: Não seria melhor ter qualidade, ao invés de quantidade?
Mais dias de aula e o mesmo nível na educação, adiantariam para que? Mais, nem sempre significa melhor.
Decisão que não deve ser tomada. Mais vinte dias de aula, para fazer o que dentro das salas?
Aposto que os países citados, como Japão, Coreia do Sul e Israel, dão condições para que isso aconteça, e também dão um incentivo muito maior para a educação do que a gente.
Investir na educação, é investir no futuro.
sábado, 1 de outubro de 2011
30 de setembro: O dia mais eclético do Rock in Rio
O dia mais eclético, mais brasileiro e mais "sul-americano" do Rock in Rio, com certeza foi esta sexta-feira, 30 de setembro.
4 artistas sul-americanos e 1 europeu, 3 brasileiros, e uma enorme mistura de ritmos, com o pop de Shakira, o axé de Ivete Sangalo, uma mescla de samba com hip hop de Marcelo D2, um pop-rock ou só rock mesmo, de Jota Quest e também de Lenny Kravitz.
Os responsáveis pela abertura desta noite foram os clássicos mineiros do Jota Quest.
A banda do vocalista Rogério Flausino apostou em clássicos como "Na Moral", "Amor Maior", "Do seu lado", "Encontrar Alguém", e novos sucessos como a canção "É Preciso", que abriu o show, para levar o público ao delírio.
Quem veio depois foi o carioca Marcelo D2, talvez o "menos badalado" da noite, que mesmo tendo com sua "raiz" o hip-hop, que também aposta numa batida com uma pitada de samba, e agitou a galera.
Em seguida veio a baiana Ivete Sangalo, para fazer a galera tirar o pé do chão, literalmente.
Ivete foi a melhor atração brasileira da noite, com músicas como "Não Quero Dinheiro", releitura de Tim Maia, "Festa", e alguns sucessos um pouco mais recentes como "Dalila", "Acelera Aê", esta última o seu mais novo single, e outros.
Uma informação sobre Ivete. Apesar de já ter tocado 5 vezes no Rock in Rio Lisboa, ela fez sua estreia na edição brasileira do festival.
Depois quem veio foi único artista não latino da noite, Lenny Kravitz. Um show muito empolgante, onde antes do fim do espetáculo, Lenny passou no meio de toda a multidão que estava na 'pista', em momento muito bacana, onde ele pegou até uma bandeira brasileira.
Mais na apresentação em geral, Kravitz começou um tanto quanto morno, e terminou muito bem, trazendo canções como "American Woman".
Para fechar a noite, veio a colombiana Shakira, que trouxe ao palco a maioria de seus sucessos, como "Estoy Aqui", "Loca" e "Waka Waka".
Shakira também fez um dueto com Ivete Sangalo, que já tinha subido ao palco, com a música "País Tropical", eternizada por Jorge Ben Jor.
Ela não agitou e empolgou tanto como se esperava do show dela, mais fechou bem o 5º dia do festival.
Confira as atrações do 6º dia do Rock in Rio:
Rock in Rio
6º dia
1 de outubro
Palco Sunset
Dia Rock Alternativo
14:30 - Cidadão Instigado e Júpiter Maçã
15:35 - Tiê e Jorge Drexler
16:45 - Zeca Baleiro e Lokua Kanza
18:00 - Erasmo Carlos e Arnaldo Antunes
Palco Mundo
19:00 - Frejat
20:10 - Skank
21:40 - Maná
23:10 - Maroon 5
00:50 - Coldplay
4 artistas sul-americanos e 1 europeu, 3 brasileiros, e uma enorme mistura de ritmos, com o pop de Shakira, o axé de Ivete Sangalo, uma mescla de samba com hip hop de Marcelo D2, um pop-rock ou só rock mesmo, de Jota Quest e também de Lenny Kravitz.
Os responsáveis pela abertura desta noite foram os clássicos mineiros do Jota Quest.
A banda do vocalista Rogério Flausino apostou em clássicos como "Na Moral", "Amor Maior", "Do seu lado", "Encontrar Alguém", e novos sucessos como a canção "É Preciso", que abriu o show, para levar o público ao delírio.
Quem veio depois foi o carioca Marcelo D2, talvez o "menos badalado" da noite, que mesmo tendo com sua "raiz" o hip-hop, que também aposta numa batida com uma pitada de samba, e agitou a galera.
Em seguida veio a baiana Ivete Sangalo, para fazer a galera tirar o pé do chão, literalmente.
Ivete foi a melhor atração brasileira da noite, com músicas como "Não Quero Dinheiro", releitura de Tim Maia, "Festa", e alguns sucessos um pouco mais recentes como "Dalila", "Acelera Aê", esta última o seu mais novo single, e outros.
Uma informação sobre Ivete. Apesar de já ter tocado 5 vezes no Rock in Rio Lisboa, ela fez sua estreia na edição brasileira do festival.
Depois quem veio foi único artista não latino da noite, Lenny Kravitz. Um show muito empolgante, onde antes do fim do espetáculo, Lenny passou no meio de toda a multidão que estava na 'pista', em momento muito bacana, onde ele pegou até uma bandeira brasileira.
Mais na apresentação em geral, Kravitz começou um tanto quanto morno, e terminou muito bem, trazendo canções como "American Woman".
Para fechar a noite, veio a colombiana Shakira, que trouxe ao palco a maioria de seus sucessos, como "Estoy Aqui", "Loca" e "Waka Waka".
Shakira também fez um dueto com Ivete Sangalo, que já tinha subido ao palco, com a música "País Tropical", eternizada por Jorge Ben Jor.
Ela não agitou e empolgou tanto como se esperava do show dela, mais fechou bem o 5º dia do festival.
Confira as atrações do 6º dia do Rock in Rio:
Rock in Rio
6º dia
1 de outubro
Palco Sunset
Dia Rock Alternativo
14:30 - Cidadão Instigado e Júpiter Maçã
15:35 - Tiê e Jorge Drexler
16:45 - Zeca Baleiro e Lokua Kanza
18:00 - Erasmo Carlos e Arnaldo Antunes
Palco Mundo
19:00 - Frejat
20:10 - Skank
21:40 - Maná
23:10 - Maroon 5
00:50 - Coldplay
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Se o silêncio resolvesse todos os meus problemas...
... Eu viveria calado.
Me diz uma coisa: Quem colocou na cabeça de treinadores de futebol, que a tal da 'lei do silêncio', resolve algum problema?
Atualmente, quem vive esta fase é o Palmeiras. Essa lei pode até dar a vitória no domingo, mais com certeza, vai ser porque os jogadores não aguentarão mais, ficar calados.
Me diz outra coisa: Quais são as soluções que esta lei trás à alguma equipe?
Até onde eu sei, nenhum... Soluções nenhuma, mais problemas, são vários. Alguns deles são:
1º - Falta de exposição do time na mídia (1)
Os torcedores lamentam muito isso, já que os mesmos tem informações cada vez menores de seu time.
2º - Falta de exposição do time na mídia (2)
Consequentemente, a falta de exposição do time na mídia resulta em prejuízo. Como o time não está na mídia, os patrocinadores também não aparecem nos meios de comunicação, o que é muito ruim para quem investe no clube.
3º - E o grupo, como fica?
A "mordaça imaginária" posta pelo treinador nos jogadores, pode causar alguns problemas internos entre os próprios atletas, ou deles contra a comissão técnica e a diretoria.
Me diz outra (outra) coisa: No Palmeiras, a lei do silêncio tinha mesmo que ser dos jogadores?
Sem dúvida, a resposta é não. Se esta lei tivesse que ser para alguém, deveria ser para Felipão. Suas últimas declarações muito polêmicas, vem causando um baita mal-estar no time.
Se isso resolve ou não, se o rendimento dentro de campo melhora ou não, só poderemos ver no domingo, na partida do Palmeiras contra o lanterna América Mineiro, no Campeonato Brasileiro.
Me diz uma coisa: Quem colocou na cabeça de treinadores de futebol, que a tal da 'lei do silêncio', resolve algum problema?
Atualmente, quem vive esta fase é o Palmeiras. Essa lei pode até dar a vitória no domingo, mais com certeza, vai ser porque os jogadores não aguentarão mais, ficar calados.
Me diz outra coisa: Quais são as soluções que esta lei trás à alguma equipe?
Até onde eu sei, nenhum... Soluções nenhuma, mais problemas, são vários. Alguns deles são:
1º - Falta de exposição do time na mídia (1)
Os torcedores lamentam muito isso, já que os mesmos tem informações cada vez menores de seu time.
2º - Falta de exposição do time na mídia (2)
Consequentemente, a falta de exposição do time na mídia resulta em prejuízo. Como o time não está na mídia, os patrocinadores também não aparecem nos meios de comunicação, o que é muito ruim para quem investe no clube.
3º - E o grupo, como fica?
A "mordaça imaginária" posta pelo treinador nos jogadores, pode causar alguns problemas internos entre os próprios atletas, ou deles contra a comissão técnica e a diretoria.
Me diz outra (outra) coisa: No Palmeiras, a lei do silêncio tinha mesmo que ser dos jogadores?
Sem dúvida, a resposta é não. Se esta lei tivesse que ser para alguém, deveria ser para Felipão. Suas últimas declarações muito polêmicas, vem causando um baita mal-estar no time.
Se isso resolve ou não, se o rendimento dentro de campo melhora ou não, só poderemos ver no domingo, na partida do Palmeiras contra o lanterna América Mineiro, no Campeonato Brasileiro.
A decisão de Tiago Splitter
Depois de um bom período de hibernação, voltei com a coluna aqui no blog.
E voltei para falar de Tiago Splitter, que ontem anunciou o seu rumo durante o lockout da NBA.
A decisão do pivô do San Antonio Spurs, seguiu um rumo diferente do que todos planejavam.
No mínimo, 4 times brasileiros haviam feito proposta para que Tiago jogasse por aqui durante o lockout, além de ofertas de clubes europeus, e Splitter disse não.
"Tive várias oportunidades para jogar em equipes brasileiras ou europeias e, realmente, foi uma difícil decisão".
Tiago preferiu ficar em um período de treinos técnicos e físicos, além de fisioterapia. Se isso irá fazer bem ou não para ele, isso só o tempo dirá.
Confira na íntegra, o comunicado de Tiago:
Caros amigos,
Depois de muito pensar e discutir sobre o melhor a fazer até que o “lockout” se resolva, decidi por permanecer nos Estados Unidos. Cumprirei um intenso programa Individual de treinamentos físicos, técnicos e de fisioterapia.
Ainda sinto um pouco a lesão que tive antes do Pré-olímpico, quando joguei longe das minhas melhores condições. Era muito importante estar lá, para mim e meus companheiros. E, nós conseguimos o nosso maior objetivo: voltar às Olimpíadas.
Até termos certeza se teremos ou não a temporada da NBA, minha prioridade é estar 100% para a pré-temporada com o San Antonio Spurs.
Tive várias oportunidades para jogar em equipes brasileiras ou europeias e, realmente, foi uma difícil decisão.
Eu, minha família e os meus agentes agradecemos o interesse destas equipes e o carinho que recebi durante todo esse tempo.
Obrigado a todos,
Tiago Splitter.
Um rápido aviso
Amigos, além de postar no Esporte e Esportistas, eu também escrevo no Mídia Esportiva, e tenho algumas colunas.
Uma coluna é sobre basquete no Blog Lucas Mergel, e sobre futebol mundial, no Blog Plantão do Futebol Mundial (sugestivo não?).
A partir de hoje, já com 1 texto de cada blog, os meus posts para estes devidos blogs, também irão parar por aqui.
Sem mais. Até outra ocasião.
Uma coluna é sobre basquete no Blog Lucas Mergel, e sobre futebol mundial, no Blog Plantão do Futebol Mundial (sugestivo não?).
A partir de hoje, já com 1 texto de cada blog, os meus posts para estes devidos blogs, também irão parar por aqui.
Sem mais. Até outra ocasião.
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